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26/07/2017 - Seca nas Capitais

ESTIAGEM NAS CAPITAIS BRASILEIRAS

Pela climatologia, o período mais seco da porção centrossul do País inicia na segunda quinzena de maio e se estende até a primeira quinzena de setembro.
Levantamento realizado do último trimestre (maio, junho e julho – até o dia 25/07/2017), mostra que uma massa de ar seco se intensificou sobre a Região Centro-Oeste e parte das Regiões Sudeste e Sul do Brasil, impedindo a formação de nuvens de chuva, colaborando para diminuir os índices de umidade relativa do ar.
No decorrer do inverno, esse tipo de sistema meteorológico ganha força e se expande, podendo influenciar cerca de 80% do país, afetando as condições do tempo, principalmente, nas Regiões Centro-Oeste, Sudeste e interior da Região Nordeste.  
Observa-se ainda a formação de névoa seca, que nada mais é que a associação entre partículas de poeira, fumaça e outros poluentes em suspensão atmosférica com a baixa umidade do ar, dando um aspecto acinzentado ao ar, especialmente à tarde.  Quando a umidade diminui, pode provocar incêndios em matas, parques e, até mesmo, próximo a áreas residenciais, agravando eventuais problemas respiratórios.
Na tabela abaixo observa-se o período de estiagem nas capitais do Brasil no último trimestre (maio, junho e julho). Levou-se em consideração o último período que não ocorreu chuva ou quando ficaram abaixo de 10,0 mm (registros acima de 10,0 mm de precipitação correspondem a uma quantidade satisfatória para a produção agrícola, por exemplo).  
Em meio a este cenário, nota-se que, as únicas exceções em relação à estiagem estão ocorrendo no norte da Região Norte e na faixa litorânea da Região Nordeste. Vale destacar que o mês de julho representa o período chuvoso do leste da Região Nordeste, por conta disso, os volumes de chuva tendem a ser significativos.
 

  

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